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Impressionante...

http://colunas.g1.com.br/redacao/2008/02/21/o-homem-e-a-jaqueta/

1- Que resistência do material (mesmo com a ajuda do frio para a conservação)

2- Que sorte do homem (que sobreviveu a um acidente de avião)

3- Que coragem do ser humano (em voltar a esse lugar inóspito onde aconteceu o acidente)

4- Que filme fodástico! (Vivos, filme feito sobre a história da queda deste avião e a saga dos sobreviventes)

PS.: Posto essa nota mais pela qualidade do filme do que pela jaqueta em si...

PS. (2): Tá, tá certo. A jaqueta também merece destaque. Highlander!!!

Cinema para torcer e se emocionar

Terça à noite, no Unibanco Arteplex, fui assistir a pré-estréia do filme sobre a conquista do Internacional no Mundial de Clubes da FIFA do ano passado. Marcaram presença no evento os jogadores Clemer e Iarley - muito aplaudido após o documentário mostrar seu gesto de companheirismo com os estrangeiros Hidalgo e Vargas no aeroporto de Paris, onde todos brasileiros tinham visto e eles não, assim não tendo a opção de sair do aeroporto -, os dirigentes Fernando Carvalho, Vitório Píffero, Arthur Dallegrave, além do trio responsável por colocar nas telas esta obra do cinema futebolístico: o diretor Gustavo Spolidoro, o montador Giba Assis Brasil e o roteirista Luiz Augusto Fischer.

Além desses colorados ilustres, inúmeros anônimos ajudaram a lotar a sala 1 do Arteplex de camisas vermelhas. O documentário traz cenas de momentos de glória da história do clube, como os títulos nacionais de 1975, 1976, 1979 e 1992, relembra a tragédia da Libertadores de 1989, na derrota em pleno Beira-Rio contra os paraguaios do Olímpia, e traz de volta a lembrança mágica da conquista da América contra o São Paulo, em agosto de 2006.


Gigante - Como o Inter Conquistou o Mundo é um prato cheio de emoção, boas lembranças e muita alegria para os colorados apaixonados que, assim como eu, não reclamaram por ter que atravessar a cidade de ônibus para trabalhar na cobertura desse lançamento. Por coincidência - ou não! - o filme tem a duração de uma partida de futebol, 90 minutos, e está em cartaz no Arteplex 1 (às 14h, 16h, 18h, 20h e 22h), no Arteplex 8 (às 19h), no Boulevard 1 (às 17h40min, 19h30min e 21h20min) e no Rua da Praia 1 (às 12h50min, 14h45min e 16h20min).

Deixarei escrito abaixo o texto de apresentação que o JORNAL DO COMÉRCIO colocará amanhã em sua página de cinema destacando o filme:

Quando o mundo ficou vermelho

Emoção. É o que o trio formado pelo diretor Gustavo Spolidoro, o roteirista Luiz Augusto Fischer e o montador Giba Assis Brasil procurou passar em Gigante - Como o Inter Conquistou o Mundo, filme que traça os momentos mais importantes da conquista do Mundial de Clubes da Fifa pelo Internacional de Porto Alegre, em dezembro de 2006.

O documentário - dirigido, produzido e editado por colorados fanáticos - relembra não somente a trajetória colorada até a disputa do torneio, mas também toda a história dos 97 anos do clube. Depoimentos de personagens ilustres, como os do ex-presidente Arthur Dallegrave e dos ídolos Dunga, atual técnico da Seleção Brasileira, e Taffarel, marcam presença no roteiro, junto com os de torcedores anônimos que representam, literalmente, o chamado Clube do Povo. "O filme não retrata só aquele momento mágico, mas a história que nos levou até ali. Esse é um filme sobre 97 anos de glórias e conquistas, de grandes jogadores e técnicos, de uma torcida apaixonada", define Spolidoro.

A inovação que o longa-metragem apresenta em relação aos outros filmes que contam histórias futebolísticas é a não-presença de um narrador, fator que tornou mais difícil o processo de edição. "A gente optou por não ter uma narração em off, para que os personagens que construíram essa história pudessem contá-la", afirma Fischer.



E não se esqueçam, toda segunda feira, das oito horas até nove horas da noite, Programa Bugado no site: www.pucrs.br/radiofam

Hello capitão Nascimento, I want to play a game.

Ok, ok. Não podiamos passar em branco com este fenômeno do cinema nacional. Este post é pra falar sobre Tropa de Elite, que nada mais é do que um típico filme brasileiro. E como um bom filme Brasileiro desde A Central do Brasil, até Cidade de Deus, passando (porque não?) por Dois Filhos de Fransciso, faz sucesso porque trata da realidade nua e crua. Tudo bem que, como todos os filmes, ele tem seus toques fictícios e mitificadores (quem quiser, já pode acompanhar os fatos do Capitão Nascimento, no melhor estilo Chuck Norris), mas não passa de um pequeno sacrifício para tornar o roteiro mais plausível para as telonas. Infelizmente - ou não - o cinema brasileiro não é tão desenvolvido quanto nos EUA por exemplo, o que tornam grandes produções grandes eventos e não temos aquela enchurrada de feel good movies, action monsters etc. Em questão de produção o filme tem qualidade, uma ótima imagem, sons e trilha sonora (vem aí o re-boom da música tropa de elite, lembram?), cenas bem pensadas, ângulos muito bacanas. O roteiro é muito bom, com aquele toque humorístico e sarcástico nos filmes brasileiros, que nos fazem rir da nossa própria desgraça. Cinema e filmes em geral são um meio de comunicação que assim como um anúncio publicitário, passa uma mensagem. Em Tropa de Elite, uma das principais mensagens é de que quem compra drogas, nada mais é que um financiador do crime organizado. Ora, produtos pirata tem uma relação parecida com o crime organizado e é, no mínimo irônico saber que de 100% de entrevistados pelo Vox Populi e Ibope, 80% admitiu que viu o filme em DVD pirata. Isso poderia tornar o filme um fracasso? Eu acho que depende. O que vale mais pra você? Lucro na bilheteria ou mensagem bem sucedida? Uma estética de encher os olhos, ou uma poderosa ferramenta de comunicação? A forma, ou o conteúdo? Live or die, make your choice...