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Winning novo!

Na última terça-feira, foi lançada a nova versão do clááááááássico Winning Eleven: o Pro Evolution Soccer 2008.

Winning Eleven é simplesmente o jogo mais viciante de futebol para videogame da história, sempre se diferenciando dos outros similares pela melhor jogabilidade e por ser mais parecido com a realidade do futebol.

Me lembro de jogar o WE desde 1998, no jogo que tinha o glorioso colombiano Valderrama na capa. Fazia torneios com amigos e passava tardes, noites jogando.

Nessa última versão, um presente para os colorados. O ÚNICO time brasileiro licensiado pelo jogo é o Internacional. Elencos e uniformes estão perfeitos - esse último vocês podem conferir na foto acima -, além dos gráficos que deixam facetas e detalhes muito perfeitos.

Já estou ansioso para desfrutar dessa nova versão do game...

Brinquedos e Action Figures - parte 2

Brinquedos e a humanidade

Brinquedos humanos existem há milhares de anos. Sabe-se de brinquedos do Egito e da Grécia Antiga, parecidos com vários que temos hoje em dia. Panelas e colheres, figuras humanas e animais. Alguns até possuíam articulação (certos bonecos egípcios tinham uma articulação por bolas nos membros), não esquecendo dos marionetes. Todos feitos com materiais primitivos, claro.


Dois brinquedos da Antigüidade. O primeiro é Egípcio, figuras humanas de mármore que são puxadas por cordas para dançarem (cerca de 2000-1500 A. C.). O segundo, um touro com rodas grego, (cerca de 700-500 A. C.).



Conforme o tempo foi passando, e o ser humano inventando mais e se achando mais esperto, os brinquedos foram acompanhando essa marcha. Novos materiais foram descobertos, o processo de industrialização foi criado, o conceito de mercado passou a existir. O mundo tornou-se capitalista e o dinheiro passou a ser (quase) tudo. Por causa disso, e por sempre terem sido uma peça essencial no nosso desenvolvimento, eles detêm, hoje, muitos verdinhos anualmente. Para se ter uma idéia, em 2005, nos EUA, as vendas de brinquedos totalizaram 22,9 bilhões de dólares. Jésus!


Dois brinquedos de macacos, apenas com 3 mil anos de diferença (o primeiro é egípcio). Ambos tem articulações e servem para o mesmo propósito.


Nesse contexto, um brinquedo que sempre existiu conosco foi tomando um rumo interessante. O boneco, modelo do ser humano e dos animais, e ainda o que há no meio do caminho (seres humanóides), passou por uma reformulação na (longínqua?) década de 60.

Brinquedos e Action Figures - parte 1


Nesse mundo nosso de cada dia, existem dois processos de aprendizado ao meu ver. O primeiro se resume ao método de tentativa e erro. Tenta-se uma maneira para resolver uma situação. Ela não dá certo, tenta-se outra. O segundo processo vem de observação e simulação de situações. Vê-se uma situação e uma forma de interagir com ela. Tenta-se, então, repetir o que se viu sob um aspecto de ficção para imitar a realidade. E é aí que entram os brinquedos.

O termo brinquedo é direcionado a um
objeto que é usado em uma brincadeira. Desde uma pedra à um robô, essencialmente qualquer objeto pode ser um brinquedo, desde que usado para o propósito de brincar.

Uma das formas mais básicas de brinquedo são os cubos.
Eles ensinam noções de cores, formas e raciocínio espacial.


Brincar não é coisa de criança


Brincar é o segundo processo de aprendizado. É simular uma situação através de objetos, de forma a se aprender algo com isso. Quando há brincadeira, há conhecimento.

Faz-se uma imitação da realidade de forma a refletir e desenvolver-se para que, no futuro, haja o saber como lidar com determinadas situações reais, de forma a sobreviver a elas.


Um gatinho brincando. Quando adulto, ele vai brincar também.

Muitos dizem que brinquedo é coisa de criança. Eu digo que é coisa de mamífero.
Quem nunca viu um gatinho brincando com um novelo de lã? Ou um tigre brincando com uma presa pequena? O gatinho e o tigre estão fazendo a mesma coisa, sem distinção de idade: treinando para caçar. Fazemos o mesmo, em diferentes situações e idades. Os mamíferos não são inteligentes à toa. Brincam de sobreviver para que possam continuar nesse planeta e evoluir. Devemos, portanto, parte de nossos cérebros avantajados para os brinquedos.