Busca

Pesquisa personalizada

Grrr total!

Sério, assim não dá!!!


Qualquer fanático, como eu, não entendeu o que aconteceu ontem...

Como em tantas e tantas outras ocasiões, o odiado por muitos e amado por um outro grande contingente de pessoas fica depois do paredão.

Desgraça total do BBB!
PS.: Desculpem o nenhum conteúdo da mensagem, mas eu precisava desabafar minha indignação com esse ser. Abraços!

Metropolitano X Flamengo

O título do post indica confrontamento entre a equipe de Blumenau-SC e a equipe carioca, ostentora da maior torcida do Brasil. Mas a batalha é fora dos gramados: ambos times dividem a paixão dos torcedores blumenauenses. Quem mostra isto é o Jornal de Santa Catarina. Ao longo de fevereiro o periódico chamava na capa para matérias do Flamengo, o carioca, time com bastantes torcedores na região. O problema todo se deu quando na seção de cartas do mesmo vários torcedores do Metropolitano, reivindicaram matérias sobre o time local. Então começou-se uma mudança devagar na linha editorial de esportes do Jornal de Santa Catarina (JSC). Em um editorial, o editor-chefe do periódico explica o porquê da atenção maior com o Flamengo: antigamente, os rádio de Blumenau captavam o sinal do Rio de Janeiro só e então acompanhavam os jogos do rubro negro. Só que o que eles não contavam era com o crescimento de nativismo por parte dos blumenauenses, que trocaram o time grande Flamengo pelo time pequeno, porém só deles, o Metropolitano. E não é que eles estão tentando compreender o acontecido até agora? Hoje saiu esta matéria, com o mesmo título aí de cima. Ora, não é que agora talvez os catarinenses entendam o sentimento gaúcho de nativismo? Somos um dos poucos Estados onde todos ou quase todos sabem cantar o próprio hino. Alguns vão dizer: "mas peraí, torcer pelo Flamengo ou pelo Metropolitano não tem nada a ver com o sentimento gaúcho nativista". Pois digo, tem tudo a ver. É por aí que se começa a definir a identidade de um povo, fiel a seus costumes, fiel a sua marca, fiel a seus times, fiel a sua gente, fiel, enfim, a si mesmo.


Aproveitando a idéia anterior...

03 de março. Uma mera e singela data.

Mas hoje começaram as aulas da grande maioria dos estudantes do RS. Um dia especial, marcado pela expectativa, ansiedade, vontade de rever os velhos -ou novos - conhecidos. As férias escolares são muito bipolares. O aluno torce com fervor para que elas cheguem o mais rápido possível. Mas, após o meio de fevereiro, aquela época onde os mais crescidos já curtiram o Planeta e o carnaval, a anseiedade pelo retorno do convívio com os amigos diários.

Caras novas, pessoas perdidas no novo ambiente, tudo cheio de novidades. Os pequenos adoram a compra do material escolar. Os mais antigos vibram com as "possíveis novas conquistas" que aparecem em seus recintos.

Neste 2008, o 03/03 marca o real início do ano...

3 de março


Há 25 anos morreu o desenhista de histórias em quadrinhos Hergé. Ele ficou famoso pela série de ficção de banda desenhada conhecida como As Aventuras de Tintim (Les aventures de Tintin, no original). Quando pequeno, costumava assistir aos desenhos da série que, além de ter vozes engraçadas na dublagem do francês, era muito sagaz na sua trama. Os mistérios que o "detetive" Tintim desvendava fazia a criançada utilizar a lógica. Ahhh, velhos tempos de desenhos criativos, que nos faziam pensar e não simplesmente sentar à frente da TV. Hoje em dia só existem desenhos de lutas e monstros (vide Digimon, Pokemon, Naruto etc). As crianças, parece-me, estão usufruindo pouco da capacidade mental que têm, pois no mundo tecnológico de hoje uma criança de 10 anos está dando dicas para o avô: "É control alt del, vô".


Não podia deixar passar o dia também sem dizer que hoje, 3 de março, faz cinco anos da morte da cantora Celly Campelo. Muitos de nome não conhecem, mas quem nunca cantou "Oh, cupido pra longe de mim"? Aí está uma das precursoras do rock no Brasil.






Debate: Guerra na América Latina?

O tio Chávez disse, em seu discurso, que não queria guerra. Deplorável o ataque à fronteira equatoriana, realizado pela Colômbia. E o Brasil ainda ajudou: foram do país os caças imbuídos da missão de bombardeio. E o que adiantou? Nada, apenas mataram o nº 2 das Farc. E assim o terrorismo praticado pelo grupo terminou? Não. Diria que tempos difíceis estão por vir na América Latina. A cúpula de Chávez, formada por Bolívia, Equador e agregados, se torna cada vez impaciente com o monópolio dos países "ricos" da América Latina. Por sua vez, o Brasil chuta o balde, ajudando em questões que não fazem parte de sua pauta. Dois blocos distintos, querendo coisas distintas. Acho que já vi esse episódio em meados de 40 não? Vamos torcer pelo melhor.

12 ANOS SEM MAMONAS

Parece que foi ontem, mas não. Parece que foi ontem que tinha 9 anos e cantava "Pelados em Santos", "Vira-vira" e por aí vai. Parece que foi ontem. Assisti a um video feito dois dias depois da morte dos Mamonas. Confesso que voltei no tempo. Me senti outra vez criança, outra vez feliz e sem preocupações. Eles não só me fizeram sorrir, como também a uma legião de fãs. E tudo com um só disco. Imagina que infância maravilhosa, indo a festinhas (reuniões dançantes) e gargalhando e dançando loucamente ao som de Mamonas? Pois é. Comentaríamos em rodinhas: "Comprei o novo cd do Mamonas Assassinas". Dia 2 de março, eu chorei. Bem como milhões de brasileiros. Chorei e depois concluí: Nunca existiria uma banda com um som tão puro que me fizesse feliz apenas com uma música.

Uma singela homenagem:

A volta dos que não foram: LOST

Trocadilho infame, mas prometo um post bacaninha. São quatro episódios até agora passados nos EUA. Estou falando da volta do seriado LOST, em sua quarta temporada, na televisão americana. Por aqui, na terrinha brazuca, começa a terceira temporada. Não vou ficar soltando spoilers, muito menos comentar da terceira temporada (sendo que estou vendo a quarta). É o seguinte: LOST, desde o episódio 13 capturou minha atenção novamente. Mas como assim?, dirão alguns. A terceira tempora foi fraca, muito fraca. Mas a partir do tal episódio, o ponto de virada deu uma sacudida nos fãs. E então, viramos lostmaníacos again. Vale a pena mesmo voltar a assistir. E quem não é fã, aconselho a olhar, pois LOST está com uma mistura interessante de assuntos, e os explica muito bem (um exemplo é a questão eletromagnética). Tenho a dizer que, nesta quarta temporada, há mais uma reviravolta. A única coisa que posso dizer é que, ao meu entendimento, a trama passou a ter três coisas básicas: flashbacks, a ilha e os flashforwards. Velho dilema entre passado, presente e futuro. Só que agora a trama vigente, a principal, é constituída de flashforwards. Então temos de novo o presente e o passado, com um passado imperfeito (desculpem a brincadeira, hehe) que seriam os flashbakcs. Ficaram confusos? Eu também. Demorei um pouco a entender. Sei que, LOST está sendo uma inovação em técnica narrativa seriadística, na minha mera opinião. Surgem mais perguntas acerca dos perdidos e da ilha, e respostas não são dadas (algumas são respondidas, mas então aparecem mais e mais perguntas). Digo que estou roendo as unhas (as que me restam!) a cada novo episódio da quarta temporada.

Forte até demais

Preciso escrever! Não sei sobre o que, mas não quero falar de futebol.


Quem sabe eu fale de violência através de imagens:

Foto: Flávio Neves / ClicRBS







Capa do site do jornal The Sun








É... Tá cada vez mais complicado comparecer aos estádios... Violência dentro e fora de campo

Dois dos candidatos mais fortes a barbárie do ano no mundo esportivo

ALGO PRECISA MUDAR! E o mais rápido possível...

As cores da imprensa

Que assunto chato, sinceramente.


Recentemente, em algumas discussões em sites de relacionamentos, tenho observado que a análise de "quem é quem" na imprensa esportiva é um dos assuntos mais abordados por curiosos de plantão.

Conforme o momento e a ocasião, os torcedores acusam os membros da imprensa esportiva de torcerem para time A ou B.

Quem não conhece a rotina de trabalho de jornalistas, não sabe a quantidade de coisas que devem ser pensadas antes de uma atração ir ao ar. Quem não lida com esse ramo, acha que passa por uma simples e única pessoa que faz tudo e depois aparece para dissertar sobre o assunto.

"Ah, mas os donos da empresa Y são do time Z, então eles puxam pra lado desse time". Quem não trabalha no ramo não entende como é feita uma produção de um evento esportivo, não sabe quantas pessoas trabalham para por aquele conteúdo no ar, não tem a menor noção de quanto tempo se leva para fazer um material de qualidade, buscando sempre ser o mais imparcial o possível.

Posso garantir, com a mais absoluta certeza: TODOS pensam em fazer o melhor trabalho, com o maior número de informações válidas e verdadeiras. Ninguém pensa em favorecer time W ou Z.

É óbvio que, antes de ser um profissional, as pessoas torciam para algum clube de futebol. Mas, quando se trabalha com isso, o objetivo é ter o máximo de isenção para dar cada vez mais credibilidade a informação coletada.

O difícil é fazer os leigos entenderem isso...

Impressionante...

http://colunas.g1.com.br/redacao/2008/02/21/o-homem-e-a-jaqueta/

1- Que resistência do material (mesmo com a ajuda do frio para a conservação)

2- Que sorte do homem (que sobreviveu a um acidente de avião)

3- Que coragem do ser humano (em voltar a esse lugar inóspito onde aconteceu o acidente)

4- Que filme fodástico! (Vivos, filme feito sobre a história da queda deste avião e a saga dos sobreviventes)

PS.: Posto essa nota mais pela qualidade do filme do que pela jaqueta em si...

PS. (2): Tá, tá certo. A jaqueta também merece destaque. Highlander!!!

Eu já sabia!

Graaaaande site da Revista Placar!
Lembro de ter feito o desafio dos times a pelo menos 6 meses,
mas eles ainda disponibilizam a arte em seu site oficial!
Esse eu garanto, fiz os 50 pedidos!!!
Boa sorte!

Desafio!

http://placar.abril.com.br/multimidia/imagens/desafio.jpg


Mais um da série de desafios da Placar. Após a ilustração onde os elementos lembravam clubes de futebol, essa agora tem, de acordo com a revista, 50 nomes de jogadores de futebol.

Eu consegui só 24, desempenho deveras medíocre.... :\\\\\\

Abraço!

Perfil

Todas as pessoas têm um ídolo, alguém em que se espelham. Um mito "fodástico", alguém que lhe sirva de inspiração para algo, inclusive no âmbito profissional.


Conheci Paulo Vinícius Coelho pela TV, assintindo programas de debates esportivos antes de entrar na faculdade de Jornalismo. A princípio, ele só era um maníaco por dados numéricos sobre jogos e que, ainda por cima, falava "tlinta e tglês".

Com o passar dos anos, o aprofundar na profissão, cada vez mais admiro o trabalho profissional de exímia competência que ele realiza diariamente.

PVC, como é popularmente conhecido, foi "perfilado" pela edição de fevereiro da revista Piauí, em matéria assinada por João Moreira Salles. Tudo foi abordado, desde detalhes sobre salários, conteúdos profissionais e ambiente doméstico.

O que me impressiona e me deixa mais e mais curioso é o fato do jornalista ligar, antes de cada rodada para cada um dos 20 time da primeira divisão a fim de galgar informações detalhadas de cada clube. Isso sim, um bom trabalho jornalístico, baseado na informação, não em opiniões pré-fabricadas.

Hoje, graças ao seu trabalho na ESPN Brasil, seu problema de dicção já é bem menos acentuado. E, para mim, não chama mais nenhuma atenção. O jornalismo de boa índole e boa qualidade - principalmente -, agradece a pessoas como ele.

Com menos de 40 anos de idade, mas muita experiência no currículo, ele arranca elogios dos rivais - diretores da Globo / Sportv já afirmaram que ele é o "sonho de consumo" da emissora -, dos companheiros de trabalho e carrega um legado de fãs que o admiram.

Hoje, sem medo de errar, posso dizer que ele é sim o meu espelho profissional.

As Cópias do bem

Cópia é legal? É bacana? Nem sempre...

Mas existem casos onde copiar alguma coisa soa muito como uma grande homenagem à quem serviu de matriz.

Um exemplo é o glorioso Grêmio de Jaciara, no Mato Grosso.

O símbolo do Grêmio Jaciara tem feições muito parecidas com o Tricolor dos Pampas

O clube do Centro-Oeste foi fundado em 1975 por imigrantes gaúchos fanáticos pelo Grêmio de Foot-Ball Portoalegrense.

E nesta semana fez bonito na sua estréia na Copa do Brasil contra sua inspiração. O "Imortal" - hei de confessar que acho péssima essa expressão, porém me faltam sinônimos... - teve muitas dificuldades para vencer a partida, marcando o único tento da peleja aos 44 minutos do segundo tempo, em uma bela cabeçada do centroavante Tadeu.

* Uma pausa para as comparações para uma questão: O que o Paulo Pelaipe tem em mente demitindo um treinador promissor após um resultado que ele julga fraco, mas que mesmo assim deixa o Grêmio com grande vantagem para passar a próxima fase? E ainda por cima trazer para o seu lugar um dos treinadores mais odiados por torcidas como Inter, Palmeiras, Flamengo e a própria massa de adeptos gremista? Aí tem coisa estranha... *

Outras homenagens existem no mundo esportivo. No Campeonato do Distrito Federal, temos um exemplo da união entre música e futebol: o Legião Urbana F.C. Fundado por fãs fervorosos da banda, o Legião conquistou três acessos consecutivos e hoje lutam com os famosos Gama e Brasiliense pelo título do Campeonato Candango.

Pelo Brasil, existem outros homônimos menos famosos de grandes clubes. Cito como exemplo o River, do Piauí, o Boca Junior - isso mesmo, sem o "s" no final - de Pernambuco, o Roma de Apucarana, no Paraná, e o Juventus da Rua Javari, de São Paulo.

E você, caro leitor, se fosse fazer uma homenagem, faria como e pra quem?

Ah os três B's

Me segurei mais de um mês para não escrever sobre este assunto, por achar que o Bugado é um espaço "culto" perto de muitas coisas que a gente observa na internet. Mas achei um link interessante para analisar e faço isso logo abaixo:


BBB e suas estratégias...

Julgo impressionante os artifícios usados pela televisão para segurar um programa no ar por 7 anos e 8 edições.

O BBB não traz nada de novo a ninguém, não é culto - como o Bugado :D -, não é, hoje, nem mais sucesso de audiência. Mas continua na grade de programação. Por quê???

Pessoas como eu e idéias como a que eu quero comentar é que sustentam esse programa ainda hoje. Eu admito, sou um grande curioso, como muitas outras pessoas. Inclusive, essa curiosidade é que me levou a cursar jornalismo. Adoro ver o BBB por isso: Me desperta um interesse ver como pessoas que não se conhecem lidam com outras em um ambiente fechado, sem nenhuma liberdade e nenhuma privacidade.

Entretanto, após 8 edições, o formato parece um tanto desgastado. Os números da audiência provam isso por A+B. O que torna o papel da produção cada vez mais importante. E nessa oitava edição, a produção do Big Brother está de parabéns.

Analisando os números baixos do começo do programa, os comandantes da atração resolveram tomar uma atitude drástica na formulação de uma das questões mais clááássicas do reality show: o processo de eliminação do jogo.

Achei simplesmente sensacional a idéia de mexer com a mesmice de dentro da casa colocando mais um participante na berlinda. Agora, ao invés de dois confinados com a corda no pescoço, são três a cada terça-feira.

A televisão continua se sustentando com o passar dos anos graças a idéias como essa, que renovam programas "batidos" e devovem a eles a classificação de novidade.

Enquanto isso, eu continuo por aqui, sempre que posso, acompanhando - em dose elevada - essa grande falta de conteúdo... :P

A mais nova adepta

Tu vê só né...

Dupla Gre-nal indo bem no Gauchão, conquistando seus objetivos e se preparando para vôos mais altos, principalmente na Copa do Brasil, e o assunto do final de semana é a ida de Deborah Secco ao Olímpico Monumental.

E com camiseta do time e tudo!

Ás vezes é bom deixar o futebol em segundo plano, até no Bugado...

Foto: Ricardo Duarte

Continuando o papo anterior...

http://www.corinthians.com.br/noticias/noticias_detalhes.asp?id=1037

Esse é o link para visualizar a situação dos vínculos no Corinthians. É só abrir a tabela em Excel.

E continuo com o recado para os outros clubes: Adotem essa medida de transparência!

Direitos Federativos

No início dessa semana, o Corinthians - em atitude, pelo menos para mim, inédita - divulgou uma tabela, em seu site oficial, indicando o quanto o clube tem de porcentagem sobre os direitos federativos, o passe dos novos tempos, sobre cada atleta.

O Timão inclusive deu nome aos bois, dizendo quem são os donos em conjunto com o Corinthians dos atletas "parcelados", o quanto esses agentes ou empresas tem direito. Além disso, o Corinthians elucidou todos os vínculos dos atletas, como o término do contrato e o último clube de contrato vigente dos atletas que vieram de outros clubes.

Aqui no sul, Grêmio e Internacional não falam de nenhuma maneira sobre esse assunto para a imprensa, afirmando que isso é um assunto de economis interna dos clubes.

O que vocês pensam sobre essa iniciativa?

Seria válido que todos os clubes fizessem isso que o Corinthians fez?

Acho que esta transparência seria ideal para um futebol que está tentando ser grande, clubisticamente falando. O futebol brasileiro serviria inclusive de exemplo de transparência para outras áreas...

Mas, ao que parece, não é um desejo de todos, infelizmente...

Abraço à todos!

É hora de...

Quando saber o momento certo? Quando perceber que o ciclo acabou? Quando tomar uma decisão? A vida é cheia desses instantes únicos, pontuais, simplórios, decisivos. O restante da sua existência depende de atos assim, repentinos, onde o que se passa no instante é o que vale, onde a próxima resposta define grande parte das diretrizes. Saber o que fazer é essencial em um momento como este. Mas a dúvida persiste, instigando, questionando. O que é certo? E o que é o errado? Só se tem a certeza depois de escolher um caminho a seguir.


Estou seguindo meu caminho, a partir de agora com um rumo diferente, ainda sem um norte bem definido. Mas foi a minha escolha. Assumi os riscos e tracei o caminho a seguir. Resta saber se foi a escolha correta. O ano de 2008 promete...

Bom, mas nem tanto!

E Kaká foi eleito o melhor do mundo em 2007...

Até aí nada de novo não é. Mas, um dia depois da eleição, começam a brotar as curiosidades sobre a lista dos melhores eleitos pela FIFA.

A entidade-mor do futebol escolhe para seu prêmio máximo 50 atletas por ano entre os homens. Os nomes desses jogadores ficam disponíveis para o voto dos técnicos das seleções nacionais filiadas a FIFA e os respectivos capitães das equipes. Ou seja, não importa se você é o técnico da seleção brasileira ou o técnico do Malawi, ou se é capitão da Esquadra Azzurra ou da inexpressiva seleção da Suazilândia: os votos têm o mesmo peso.

Cada votante escolhe a ordem de colocação dos atletas (primeiro, segundo e terceiro-lugar) como desejar, sempre dentro dos 50 nomes pré-selecionados. São atribuídos 5 pontos para o primeiro lugar, 3 para o segundo e 1 para quem for colocado no terceiro posto.

Os representantes de cada nação não podem votar em jogadores dos países que são filiados. Felipão, técnico de Portugal, não pode votar em Cristiano Ronaldo por ser o técnico da seleção lusitana, mas teve o direito de escolher Kaká como Melhor do Mundo, apesar de ser compatriota do ex-São-Paulino.

Bom, passadas as regrinhas de votação, também nada de novo. “Texto chato esse, heinhô...”, deve pensar o leitor deste espaço.

Mas o que chama a atenção agora, no pós-premiação, são as peculiaridades ocorridas no processo de escolha. Como afirmado anteriormente, 50 nomes concorriam ao prêmio. Desta meia centena, 22 não foram votados. Portanto, 28 nomes foram lembrados na escolha de melhor jogador do planeta.

Que Kaká, Messi e Cristiano Ronaldo foram os três primeiros já é de conhecimento público. Entretanto, quem foi o 28º? O pior entre os melhores?

O pensamento brasileiro deu certo desta vez. “Que seja um argentino!!!”, clama a nação verde-amarela. E, no fim das contas, foi mesmo. :PPP

Carlitos Tevez. Ele mesmo, destaque do contestado título nacional do Corinthians em 2005, recebeu um mísero voto para terceiro melhor do planeta. Um ponto somente, conquistado graças ao voto do glorioso Kelvin Severino, capitão da seleção da República Dominicana. O jogador do Manchester United começa a ter um maior destaque na Europa, mas já fica com este rótulo após a premiação de ontem.

Carlitos: O pior entre os melhores!

Me corre o seguinte pensamento ao final deste texto: Mais vale receber uma lembrança e ficar marcado como o último da votação ou ser indicado e não ter nenhum voto? Que o drama argentino seja embalado por um dramático tango castelhano...

Segue abaixo a lista dos 28 votados:

1º. Kaká - 179 (1º lugar) + 42 (2º lugar) + 26 (3º lugar) = 1.047 pontos
2º. Messi - 40 (1º lugar) + 86 (2º lugar) + 46 (3º lugar) = 504
3º. Cristiano Ronaldo - 39 (1º lugar) + 58 (2º lugar) + 57 (3º lugar) = 426
4º. Didier Drogba - 20 (1º lugar ) + 25 (2º lugar) + 34 (3º lugar) = 209
5º. Ronaldinho - 7 (1º lugar) + 17 (2º lugar) + 23 (3º lugar) = 109
6º. Steven Gerard - 2 (1º lugar) + 16 (2º lugar) + 10 (3º lugar) = 68
7º. Andrea Pirlo - 2 (1º lugar5) + 11 (2º lugar) + 14 (3º lugar) = 57
8º. Thierry Henry - 3 (1º lugar) + 8 (2º lugar) + 15 (3º lugar) = 54
9º. Fabio Cannavaro - 5 (1º lugar) + 6 (2º lugar) + 4 (3º lugar) = 47
10º. Gianluigi Buffon - 0 (1º lugar) + 7 (2º lugar) + 10 (3º lugar) = 31
11º. Franck Ribery - 1 (1º lugar) + 7 (2º lugar) + 4 (3º lugar) = 30
12º. Samuel Eto'o - 3 (1º lugar) + 3 (2º lugar) + 5 (3º lugar) = 29
13º. Wayne Rooney - 2 (1º lugar) + 1 (2º lugar) + 9 (3º lugar) = 22
14º. Miroslav Klose - 2 (1º lugar) + 2 (2º lugar) + 5 (3º lugar) = 21
15º. Michael Essien - 0 (1º lugar) + 5 (2º lugar) + 5 (3º lugar) = 20
16º. Juan Román Riquelme - 2 (1º lugar) + 1 (2º lugar) + 6 (3º lugar) = 19
17º. Petr Cech - 1 (1º lugar) + 2 (2º lugar) + 7 (3º lugar) = 18
18º. Ruud van Nistelrooy - 1 (1º lugar) + 3 (2º lugar) + 4 (3º lugar) = 18
19º. Frank Lampard - 1 (1º lugar) + 1 (2º lugar) + 3 (3º lugar) = 11
20º. Deco - 0 (1º lugar) + 0 (2º lugar) + 9 (3º lugar) = 9
21º. Juninho - 0 (1º lugar) + 3 (2º lugar) + 0 (3º lugar) = 9
22º. Gennaro Gattuso - 0 (1º lugar) + 1 (2º lugar) + 5 (3º lugar) = 8
23º. John Terry - 0 (1º lugar) + 1 (2º lugar) + 3 (3º lugar) = 6
24º. Patrick Vieira - 0 (1º lugar) + 2 (2º lugar) + 0 (3º lugar) = 6
25º. Rafael Márquez - 0 (1º lugar) + 1 (2º lugar) + 2 (3º lugar) = 5
26º. Fernando Torres - 0 (1º lugar) + 1 (2º lugar) + 1 (3º lugar) = 4
27º. Alessandro Nesta - 0 (1º lugar) + 0 (2º lugar) + 2 (3º lugar) = 2

28º. Carlos Tevez - 0 (1º lugar) + 0 (2º lugar) + 1 (3º lugar) = 1

Frustação ou alegria?

Sentimentos opostos contemplam os amantes do ludopédio no Rio Grande do Sul. Após uma temporada de altos e baixos por parte da dupla Gre-Nal, coube aos vermelhos e azuis dos pampas a tarefa de encaminhar o destino de um dos gigantes clubes do futebol nacional. Na última rodada do certame, Grêmio e Internacional jogavam contra dois clubes que brigavam diretamente pela sobrevivência na elite do futebol brasileiro: Goiás e Corinthians.

O lado vermelho era para estar de sangue doce, como se diz na linguagem popular, pois nada mais lhe importava no campeonato. O lado azul ainda pleiteava uma classificação à Libertadores da América em 2008, mas após uma queda inesperada e grande de rendimento nas rodadas finais, via suas chances muito reduzidas, pois dependia de uma combinação de resultados onde o último colocado, os potiguares do América - que fizeram apenas míseros 17 pontos em todo certame -, deveria conquistar um triunfo sobre o Cruzeiro, nas Minas Gerais.

Porém, nada disso tinha maior importância diante do fato do Corinthians, um grande clube de grande torcida de um grande centro do País, estar tentando escapar da degola. Redes de televisão paga transmitiam os treinos da equipe em Porto Alegre, torcida vindo em peso de São Paulo para acompanhar o jogo, briga por vaga no maior torneio das Américas em segundo plano. O mundo parecia ter parado em torno do time do Parque São Jorge. E o futuro desse assunto de imensa importância dependia dos arqui-rivais gaúchos.

Nunca eles se uniriam de tal forma como nesse final de semana que passou. Torcedores se engajavam pelo mesmo objetivo, tal era o sentimento negativo em torno desse protecionismo, dessa atenção exagerada ao extremo que o clube paulista gerava. E o inevitável, o momento tão esperado por muitos em todo o Brasil, aconteceu.

O Corinthians não foi rebaixado ontem, não foi prejudicado por ninguém de fora, não sofreu com erros de ninguém. O Corinthians sucumbiu a ele próprio, aos erros que sua diretoria cometeu e vem cometendo durante esses últimos dois anos. Verbas mal explicadas, falta de comando, jogadores de baixa qualidade. Tudo isso contribuiu para que acontecesse o que estava desenhado desde o começo da parceria com uma multinacional cuja procedência não era de conhecimento de ninguém.

A dupla Gre-Nal só cometeu o último ato, o crime do final do filme. E os torcedores, por diversos e diferentes motivos, apreciaram a cereja do bolo.

(Sim, eu tenho planos de fazer um blog sobre esportes. Posto aqui quando o projeto for colocado no ar. :D)

Agora sim, sem mais. Bruno Cassali.